Queremos Justiça para Samuel Eggers!

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Samuel Eggers, um jovem de 24 anos, psicólogo e pós-graduando em Neuropsicologia pela UFRGS, que sempre participou ativamente das atividades da CONEP e do COREP-Sul, contribuindo para a construção do movimento estudantil da Psicologia foi brutalmente assassinado no dia 13 de Setembro em Caxias do Sul onde estava para participar e palestrar na Semana Acadêmica do curso de Psicologia da UCS, inclusive tendo como temática de uma das mesas movimentos sociais e política. Samuel, que havia saído para jantar com umas amigas, após deixá-las em casa, fora atingido por um dos quatro tiros disparados por homens em um carro que ainda não foram identificados.

Nas diversas homenagens prestadas a Samuel, fica evidente o quanto era querido, amoroso e o quanto sua inteligência e senso crítico se destacavam, não é exagero dizer que perdemos não só um promissor psicólogo, como também um grande ser humano. Essa brutalidade que Samuel fora vítima se opõe a ele de todas as maneiras, em que se apresentava sempre militante de diferentes causas sociais. Fora preso neste ano de 2013 por defender as árvores que foram cortadas nas proximidades do gasômetro, em Porto Alegre. Lutava por um mundo melhor, por um mundo sem desigualdade social, sem violência. Infelizmente, foi essa mesma violência que se opunha tão ferozmente que fora vítima.

Solidarizamos-nos com amigos e familiares, também, enquanto CONEP, sentimos a perda de Samuel. Entendemos que o modo de honrar a sua memória é continuar sua luta por um mundo melhor, um mundo justo. E no continuar dessa luta, exigimos uma investigação apurada do caso, caso que até então não nos faz sentido algum. Exigimos que haja empenho nesta investigação, a fim de descobrir os responsáveis e que as medidas cabíveis sejam aplicadas, mas não por um senso de vingança, já que isso não trará Samuel de volta, mas por um senso de justiça.

Samuel Eggers, presente!

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14 Respostas para “Queremos Justiça para Samuel Eggers!

  1. É preciso que investiguem muito bem e a justiça seja feita . Que outros jovens não morram inocentemente ! Socorro … Chega de violência !

  2. Olá, deixa eu ver se entendi, querem justiça? Querem que seja apurado, sabem quem vai fazer isso? Eu respondo a POLICIA, sabe a mesma onde esse querido ai atirava pedras em protestos, sabe aquele que vocês dos movimentos quer desmilitarizar, pois é, essa policia é aquela que vocês clamam agora que um de vocês foi morto, provavelmente pelo mesmo traficante de quem ele comprava o baseadinho dele ou que a maioria dos companheiros dele compra. Acredito que antes de vir clamar justiça é bom fazerem um MEA CULPA se não é hipocrisia exigir algo da instituição que vocês ganham a vida falando que deveria acabar.

    • Samuel nao fumava, mal bebia e muito menos atirava pedra em pessoa alguma. Nao era violento. Foi preso por estar acampando nas arvores, nada mais. Protesta pacifica.

      Mea culpa feito. Que tal agora tu fazeres o teu, em relacao ao teu preconceito? 😉

    • Paloma, você não conhecia o Samuel, claramente. Fale do que você sabe. Ele não seria capaz de atirar uma pedra em nada nem ninguém. O Samuel era uma pessoa extremamente pacífica que não participava de protestos violentos, não usava drogas, não bebia, era vegetariano, e a única vez em que foi detido pela polícia foi de forma covarde em um protesto contra corte de árvores, onde eles estavam acampados e dormindo, e o caso foi arquivado. A desmilitarização não tem nada a ver com a polícia ou a segurança ou a justiça por uma pessoa morta, até porque quem investiga é a polícia civil e a punição será feita através da Justiça. E a morte dele não teve nada a ver com a participação dele em movimentos e protestos, quem o matou não o conhecia e o fez de forma covarde enquanto ele caminhava pra casa, sem incomodar ninguém. E outra coisa, qualquer pessoa que tem sua vida tirada brutalmente como ele merece compaixão, não interessa se era drogado, traficante ou sei lá o quê… Seu comentário demonstra que além de você julgar baseada em pouca informação, te falta muita humanidade…

    • Paloma, por favor, tome cuidado com suas palavaras. Você está falando de alguém que perdeu a vida. Se o Samuel tinha algo contra a polícia era justamente porque muitas vezes ela não faz o que deveria: proteger e servir o povo. Ele queria que a polícia não fosse usada pra coagir cidadãos que lutam por seus direitos, e sim que ela trabalhasse mais para impedir que acontecesse justamente o que aconteceu com ele: que pessoas inocentes não se tornassem vítimas da violência.

      E independente do que ele achava da polícia, o dever da polícia é proteger a TODOS. Investigar o caso dele inclusive para que os mesmos criminosos não façam outras vítimas.

      E por favor, cuide ao falar de pessoas que você não conhece, e que não podem se defender. Centensa de pessoas estão em luto pelo Samuel. Você fere a todos nós quando o ataca dessa maneira.

    • Paloma, fazia tempo que eu não lia tanta MERDA E INCITAÇÃO À VIOLÊNCIA em tão poucas linhas. Você consegue perceber que achou justo a morte de uma pessoa só porque VOCÊ acredita que ele atirou pedras ou fumava um baseado????

    • Cara Paloma! Tenho toda certeza q não conhecias o Samuel. Era pacífico, vegetariano. Terminou a graduação em psicologia, já fazia o pós e era mestrando de neuro-pscologia. No Brasil, então pode. Mas, preservar a antureza, não!!! Viage aoo 1º mundo p/ aprender um pouco de dignidade e só escreva sobre o q voce sabe!!!

  3. Paloma, tu não tem a minima noção do que tu tá falando, como tu deveria saber quem conduz investigações é a policia CIVIL, policia militar atende a ocorrências e deu. Sobre o que tu falou sobre as circunstancias da morte do Samuel, eu nem tenho o que dizer, tu foi muito leviana ao culpabilizar o Samuel pela sua própria morte sem nem ter a menor noção do ocorrido. É facil falar que foi o traficante que ele era maconheiro, então por isso mereceu morrer, dificil é ter algum senso critico e conseguir discernir o que é fato e o que é especulação.

  4. Oh Paloma, esse seu comentário só mostra que além de voce não conhecer o Samuel, não prestou atenção em nada do que leu acima e não viu nem tomou conhecimento das centenas de homenagens que ele recebeu!

  5. Desculpa Paloma, nunca atirei pedra em ninguém e mesmo os Maconheiros tem o direito de comprar a sua maconhazinha. Que ruim é que a hipocrisia deste país ainda não a legalizou, para que as pessoas pudessem comprar, não de traficantes, mas de forma regulamentada. Que pena você não entender o significado das coisas, que uma pedra ou uma ação deste tipo vai muito além da compreensão de cidadãos medianos como você. Quando se joga uma pedra num banco ou na Brigada, como você acusa este rapaz, esta se atirando uma pedra num sistema, para que ele caia ou mude. No mínimo ouça a voz dos oprimidos. Este rapaz que você acusa, pelo que vejo e pelos depoimentos daqueles que o conheceram, era totalmente contrário a tudo isso, assim como eu, que sou contra todo tipo de violência, mas que defende que pessoas como você possam falar o que quiser, mesmo que seja besteira e que as pessoas sim, se se sentirem explorados possam mesmo com “violência” chamar a atenção. Obs.: A violência até agora foi contra símbolos do capitalismo, como RBS, Bancos, grandes corporações.

  6. Paloma! Sinceramente, tu não conhecias Samuel Egges. Ele era incapaz de jogar pedras em ninguém, nem numa pessoa, como tu q não o conhecias. Pede, ao menos desculpas, aos colegas, pais, mestrandos ufrgs pelas mentiras ridículas, q escreveste! Ele não vao voltar, mas em sinal de reconhecimento, por favor , desculpa-te!!!

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